História de Pachamama

Nas lendas e histórias do povo inca, a figura de Pachamama simboliza a Mãe Terra. Trata-se de uma divindade protetora da natureza e de tudo o que é vivo.

Suas histórias ainda estão muito presentes entre os povos andinos e por este motivo no primeiro dia de agosto se comemora o dia de Pachamama.

Para os incas, Pachamama se comportava como uma mãe, pois cuida dos seus filhos, lhes dá alimento e oferece amor

Apesar da sua bondade natural, ela também é uma mãe que castiga os humanos quando não a obedecem. Os homens sabem que a Mãe Terra se irrita quando há seca ou qualquer outro fenômeno natural que provoca desgraças.

Os incas tinham uma confiança cega em Pachamama e, ao mesmo tempo, possuíam grande conhecimento sobre as técnicas de produção agrícola. Neste sentido, pode-se dizer que sua crença nos Deuses era totalmente compatível aos conhecimentos mais avançados.

Pachamama era a esposa de Pachacamac, o Deus criador do mundo. Ambos governavam o universo e sua união simboliza a unidade indestrutível entre o céu e a terra. Wakon era o irmão de Pachacamac e também apaixonado por Pachamama e que ficou profundamente irritado quando ela se tornou a esposa do seu irmão. Por este motivo, Wakon se vingou causando todo tipo de desastres naturais. Pachamama e Pachacamac decidiram banir Wakon para terras distantes onde não poderia mais incomodá-los.

Outras divindades incas

Como cada elemento da natureza estava associado a uma divindade, na visão cósmica dos incas havia várias divindades. O milho e a folha da coca eram dois alimentos básicos que foram representados por Mama Sara. O mundo marinho também tinha seu Deus, Mama Cocha. Apo era a divindade que representava o poder das montanhas.

Imagem: Fotolia. ArtSisters

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