Biografia de João Batista

Ele é um dos pregadores mais venerados e reconhecidos de várias religiões: o Islamismo, Cristianismo, Mandeísmo e as igrejas ortodoxas e anglicanas, entre outras. De origem judaica, nasceu no final do século I a. C e foi contemporâneo de Jesus.

Seus pais foram Zacarias e Isabel, um casal de idosos que não podia ter filhos até que um anjo apresentou a Zacarias, um sacerdote levita, e lhe anunciou a chegada de um filho prontamente.

Jesus e João eram parentes já que suas mães mantiveram laços parentais preexistentes

Grande parte das religiões mencionadas atribui a João Batista um papel crucial na vida de Jesus, pois além de antecipar a chegada à terra do salvador enviado por Deus, também foi seu professor e quem o batizou, estabelecendo assim um dos rituais mais importantes dentro da fé cristã: o batismo.

Mesmo alertado pela presença de Jesus no rio, recusou-se primeiramente a batizá-lo, mas depois foi convencido após o céu abrir-se em demonstração da chegada do messias.

A crença que propagava usou o sacramento do batismo como um rito fundamental.

Sua tarefa evangelizadora foi realizada na maioria das vezes no deserto, sendo o rio Jordão o epicentro de seus atos batismais

O batismo é um dos sacramentos mais importantes dentro do Cristianismo e com um papel iniciático, pois quando uma pessoa é batizada passa a ingressar formalmente na religião.

A água assume um papel protagônico neste sentido, pois é o recurso utilizado por quem o executa.

Pode ser por imersão, por derramamento na cabeça ou borrifando água, o batismo tem uma missão purificadora e superadora do pecado original a partir do nascimento dos cristãos, segundo os dogmas de fé que sustentam.

Por outro lado, faz unir-se a Jesus e lhes dá o dom do espírito santo, integrando-os à igreja.

Foi um missionário que se destacou por levar uma vida modesta, comprometida com suas crenças, elevando a mensagem da necessidade de os homens deixarem de realizar más ações, pois só assim terão um lugar junto a Deus

Ele incitava as pessoas a praticar a caridade, a amar ao próximo e afastar-se dos subornos e enganos.

Embora muitos de sua época acreditarem que ele era o Messias, teve o cuidado de deixar claro que não era e antecipou que alguém muito superior estava prestes a chegar.

Sem dúvida, foi um exemplo de fé e um evangelista comprometido com seu trabalho.

Faleceu na Jordânia, entre os anos 31 e 36 de nossa era.

O rei Herodes mandou prendê-lo e depois o decepou.

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