Biografia de Cuauhtémoc

Entrou para a história por ter sido o último governante do México-Tenochtitlan, a capital do Império Asteca, pois com o posto de Chefe de Armas derrubou as forças espanholas do conquistador Hernán Cortés, que planejava instalar-se no território e certamente destruir seus domínios e riquezas.

Os seguidores de Hernán Cortés conseguiram isso mais tarde porque antes tiveram que ver com este valente e nobre guerreiro indígena que lhes deu um importante revés aos conquistadores espanhóis em sua primeira tentativa de dominação.

Governou entre 1521 e 1525, ano em que foi assassinado e dando fim a uma dinastia

Nasceu em Tenochtitlán, no ano de 1496. Descendente de reis, sendo filho e neto.

Os sacerdotes lhe atribuíram este nome que significava águia que desce.

Cortés lhe impôs uma difícil avançada com um exército de quase mil espanhóis e mais de cento e cinquenta mil aliados pertencentes a comunidades opostas aos astecas.

A associação que os espanhóis conseguiram com os inimigos dos astecas foi determinante para derrotá-los

Os espanhóis não queriam expandir o domínio na capital asteca, o que lhes deixou abalados pela sua enormidade e seus avanços.

A antiga cidade de Tlatelolco foi o cenário final de uma luta que terminou com a submissão indígena.

Foi capturado e levado a Cortés para decidir sua sorte.

Embora o conquistador espanhol tentasse seduzi-lo com a manutenção de um cargo e imunidade, queria que confessasse o lugar onde estavam as riquezas, mas ele se recusou a dizer e inclusive confessou que quando lhe anteciparam o fim de seu império ele mesmo ordenou que jogassem todo o ouro que possuía em uma lagoa.

Finalmente foi torturado para que confessasse algo que nunca fez e foi enforcado em fevereiro de 1525; vale destacar que tinha apenas 25 anos de idade.

A forte defesa que desenvolveu e seu heroísmo o lançaram para a fama como um herói nacional mexicano e, por isso, conta com uma infinidade de reconhecimentos em seu país, entre estátuas e monumentos, como as que estão erguidas em plena Avenida Insurgentes e Paseo de la Reforma no D.F

Data o final do século XIX (1887) a obra do escultor mexicano Miguel Noreña, que foi impulsionada pelo governo de Porfirio Diaz, realçando sua figura como de um herói nacional.

O destino de seus restos mortais tem sido um dos temas mais polêmicos e que segue repleto de mistério, uma vez que houve identificações que não correspondem, gerando muita controvérsia entre os cientistas.

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