Biografia de Christine Lagarde

Diretora de uma das organizações mais poderosas do mundo, a advogada Christine Lagarde é sem dúvida uma das mulheres mais fortes do cenário internacional. Esta grande profissional francesa tem conseguido acumular poder e administrar, em definitivo, um dos centros financeiros mais vigorosos do planeta. À frente do FMI desde 2011, Lagarde vira protagonista em um mundo geralmente dominado por homens.

A ajuda do meio para tornar-se uma profissional

Christine Lagarde nasceu em 1956 na cidade de Paris, na França. Este fato, que para muitos pode parecer apenas pitoresco, costuma ser um elemento fundamental para encontrar grandes líderes mundiais, pois pertencer a uma das capitais mais importantes do planeta influencia positivamente nas possibilidades de crescimento e acesso à educação. Tal foi o caso de Christine, que desde muito cedo já mostrava suas habilidades intelectuais e por estudar em colégios renomados.

Assistida por uma família de profissionais pôde concluir rapidamente seus estudos secundários com excelentes notas e estudar Direito tanto na França como nos Estados Unidos. Em seu início de carreira e durante seus anos de estudo e formação nos Estados Unidos, trabalhou no Capitólio dos Estados Unidos como assistente e assessora de políticos norte-americanos. Logo depois, no início dos anos 80, trabalhou em um importante buffet de advogados na cidade de Chicago. Isso lhe permitiu entrar em contato não apenas com o mundo do direito, mas também com a política e as relações econômicas internacionais que mais tarde lhe apontariam como uma das mulheres mais poderosas do planeta.

Função pública e sua chegada ao tão temido Fundo Monetário Internacional

Nos primeiros anos do século XXI, Lagarde começou a desempenhar diversos cargos na função pública, o que enriqueceria sua visão sobre a realidade a partir de uma perspectiva muito mais ampla e comprometida. Assim, desde 2005, ocupou o cargo de Ministra do Comércio Exterior na França sob a presidência de Sarkozy e em 2007 se tornaria Ministra da Agricultura para no próprio ano ser nomeada Ministra da Economia, das Finanças e da Indústria. Foi a primeira mulher a ter acesso a este tipo de cargo na história do país gaulês.

Suas políticas de incentivo à produção local e também por seu caráter firme e transparente a consolidaram como uma das mulheres mais fortes do gabinete de Sarkozy. A partir daí foi eleita em 2011 para ocupar o cargo de diretora administrativa do Fundo Monetário Internacional.

Desde então, seu principal trabalho tem sido participar da recuperação dos países em crise ou pelo menos dar apoio econômico a estas economias para que possam crescer por meio de reajustes e revisões de suas políticas econômicas.

> Proximo >>>

Buscador