História de Baco

Este nome é um dos mais familiares e idolatrados no campo da mitologia romana, este que é um conjunto de lendas e mitos de deuses e heróis que rodearam, inspiraram e guiaram a civilização romana em sua época de maior esplendor, e que também dominou o mundo ocidental entre os séculos I e V. Na mitologia grega, apresenta-se como Dionísio.

Deus do vinho e da dança. Foi para a cultura romana o deus que encarnou o delírio, o êxtase e as ações irreprimidas, como consequência disso esteve cercado de controvérsias e polêmicas, inclusive associado a diversas expressões artísticas.

Sua origem foi resultado da união do deus Júpiter com a humana Sêmele, filha de um monarca grego

Seu objetivo primordial era libertar as pessoas das pressões e preocupações, por isso recorreu a festas onde o álcool e a música não podiam faltar.

Sua influência e relevância eram tanta que contou com várias celebrações em sua homenagem, os bacanais, onde a bebida era o centro da festa.

No início só podiam participar as mulheres, mas progressivamente foi abrindo espaço para os homens também.

Deve-se destacar que foi inspirado pelo deus grego Dionísio, este que representava exatamente o mesmo, mas dentro da mitologia grega foi sem sombra de dúvidas uma grande fonte de adoção de lendas e histórias para seu par romano.

Foi e é altamente representado por uma taça de vinho e um cacho de uvas, matérias-primas por excelência para elaborar esta bebida alcoólica que ostenta de popularidade e um consumo impressionante desde os tempos imemoriais.

O vinho foi produzido pela primeira vez no período Neolítico, em territórios que hoje pertencem ao Iraque e ao Irã.

Graças aos restos arqueológicos encontrados posteriormente, uma vasilha com restos da bebida pôde identificar que este fato ocorreu há mais de cinco mil anos aproximadamente

Imediatamente, o consumo e a elaboração do vinho se mudaram para o Ocidente, mais precisamente para a Grécia, no século VIII a. C.

Embora atualmente seja uma bebida de consumo popular, no passado era conhecida por ser especialmente apreciada pela classe mais abastada, sendo o "convidado" preferencial das celebrações e eventos de importância, inclusive, tem presenciado e ajudado a assinar acordos, contratos e outros fatos de relevância histórica e política.

Na religião teve também um papel determinante, quando na Última Ceia Jesus ofereceu vinho a seus discípulos e fez uma associação entre ele e seu próprio sangue, dando a partir daí uma conotação divina.

Após este acontecimento tão relevante para a religião cristã, tornou-se um símbolo desta crença e de uma das celebrações mais importantes: a missa.

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